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Pablo

                                

A deputada Joenia Wapichana (REDE-RR), na sessão do Congresso Nacional de hoje, 1º de junho, ao mencionar as conquistas pelas derrubada dos vetos relacionados a importantes projetos como a prorrogação da Lei Aldir Blanc, acesso à internet para a rede pública de ensino, também destacou o ataque na Estação Ecológica da Ilha de Maracá, sede do ICMBio, em Roraima, por garimpeiros armados e encapuzados, na tarde desta segunda-feira, 31, conforme amplamente noticiado na imprensa.   

Mesmo com os vetos que representam conquista, mas para a deputada precisam avançar no contexto de orçamento para garantir que política públicas sejam implementadas, como a questão ambiental. Chamou atenção para a Semana do Meio Ambiente, programação iniciada pelo Fórum Nacional Permanente em Defesa da Amazônia em parceria com a Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas, evento dedicado a discutir uma questão tão importante para todos no País, “o meio ambiente”, conforme mencionou a deputada.   

“Eu faço essa fala de hoje para dizer que lutar pelo ambiente de qualidade, pela proteção das unidades de conservação, pela estratégia de conservação do meio ambiente, pelo enfrentamento da crise climática e, até mesmo, contra o desmatamento e pela proteção das terras indígenas é uma responsabilidade compartilhada de todos”, disse a deputada, ao reforçar que é uma obrigação institucional, principalmente, dos parlamentares que se comprometem em respeitar a Constituição.

Hoje, foi amplamente divulgado na imprensa o ataque na Estação Ecológica da Ilha de Maracá, sede do ICMBio, em Roraima, por garimpeiros encapuzados e armados, que adentram na sede e fizeram reféns brigadistas, além de fazerem ameaças os servidores do ICMBio e levarem materiais que havia sido apreendido na operação de fiscalização Maracá e outros de patrimônio da Unidade. Novamente, a deputada alertou que garimpo é crime e reforçou o pedido de providência contra o ataque.

É preciso tomar providências no sentido de garantir a integridade física. Agora, a violência já sai das terras indígenas. Não somente os indígenas estão ameaçados, mas servidores, pessoas que estão no trabalho para proteger o meio ambiente, pessoas que estão na linha de frente realizando o serviço público. “É preciso que nós, realmente, tomemos providências diante desses fatos tão graves”, pediu a deputada providências relacionadas ao ataque.

Também relacionou os ataques ao sucateamento dos órgãos e a falta de estrutura. Lembrou-se dos ataques ao povo Mundurucu, no Pará, e Yanomami, em Roraima. “Quando há denúncias, também há ameaças. As pessoas estão expondo as suas vidas. E para quê? Para protegerem o bem de uma coletividade”, reforçou.  

A deputada ao fazer uma breve memória sobre a relevante e importante contribuição dos povos indígenas na preservação ambiental, valorização dos recursos naturais, dos conhecimentos que são milenares, o cuidado e a proteção ambiental, alertou para a crise planetária e pediu responsabilidade do Congresso Nacional e olhar diferenciado da sociedade brasileira.

“Nós estamos passando por uma crise planetária, e é preciso ter um olhar diferenciado, é preciso mudar o comportamento. E a partir daqui, do nosso Congresso Nacional, podemos evitar o retrocesso em termos de conquistas, em termos de proteção ao meio ambiente. É preciso ter seriedade, porque nós estamos mexendo com uma situação que pode prejudicar as futuras gerações”, alertou.

Concluiu pedindo justiça para quem defende o meio ambiente.